“Lockdown tô fora”

Caros leitores, o texto a seguir é uma história fictícia, toda e qualquer semelhança com pessoas ou acontecimentos é mera coincidência.

Essa história se passa na cidade de Alexandria, interior de São Paulo, cidade do calçado e do café, fica muito próxima a Claraval Minas Gerais, que por sinal influencia muito na cultura de Alexandria, mas não vamos falar sobre isso nesse texto, a cidade de Alexandria é governada por um prefeito ditador, uma figura fálica cujo o objetivo é tirar as liberdades individuais, há boatos de que esse prefeito não é humano, e que foi criado por um outro ex prefeito, Cidão Geppetto da Roça, Geppetto teria o criado para ser um bom menino, quem sabe ser a sua imagem e semelhança, porém a criatura de Cidão Geppetto, não se parecia em nada com seu criador, talvez só no gosto pela mentira.
Mas o texto não é sobre quem criou o ditador de Alexandria, até porque o povo o escolheu, penso que o voto dado a ele, foi semelhante ao pacto de Fausto com Mefistófeles, e por isso o povo pagará bem caro, o ditador no período da campanha usou sua melhor arma, a mentira, e nem percebemos porque diferente do personagem infantil, esse aqui não tem o nariz crescido, para ser eleito ele dizia.

“Lockdown tô fora”

O povo anestesiado e eufórico acreditava nas mentiras contadas pelo boneco do Geppetto, a vontade de ver Alexandria com a economia pujante de outrora, com a indústria do setor calçadista em pleno vapor, o povo acreditou nas promessas dessa figura, agora Alexandria se encontra abandonada e sem liderança, o ditador trata as liberdades individuais como meras futilidades, ele simplesmente fechou a cidade, tirando o direito do povo de ir e vir, mas não é apenas ir e vir, trata-se de vidas, empregos, a falência é eminente para dezenas ou centenas de empresas, famílias por todos bairros da cidade, já estão sem comida em casa, falta o leite das crianças, e isso é culpa desse ditadorzinho, que usa um Lockdown como forma de esconder o real motivo de tantas mortes pela praga chinesa, a má gestão, esse ditador usa o fechamento para maquiar sua incompetência, visto que o que devia ter sido feito não foi, ao invés de investir na saúde, ele investe em publicidade, ao invés de investir na saúde ele quer dar um milhão e meio pra empresa São Judas, a empresa de transporte da cidade, e ele alega que não é subsídio, mas sim um meio de ajudar o povo a ir e vir, mas que ir e vir é esse? O cara fechou a cidade por 15 dias, o Falstaffian do jornal parece apoiar as medidas restritivas do ditador, vai saber porque, mas não existe críticas por meio da mídia local, existe um hospital muito bom na cidade e também não é usado, tudo porque o ditador não pensa no povo, age sempre pensando em si próprio, a meta não é salvar vidas, nunca foi, mas ainda não decifrei qual o real interesse escuso desse cara, aqui poderíamos ter o tratamento precoce que salva vidas, mas um bando de canalhas com suas bandeiras vermelhas da foice e do martelo, foram até a MP e deram ordens aos promotores que proibissem o uso do protocolo, os promotores obedeceram aos seus senhores vermelhos, como era de se esperar, porém o prefake da cidade nada fez para mudar isso, lamentavelmente ele não fará nada, a não ser tirar os nossos direitos cada dia mais, eu apoiaria o Lockdown, se isso funcionasse, a história sempre se repete, de 1918 a 1920 a pandemia de gripe espanhola matou mais de 50 milhões de pessoas, não tinha tratamento precoce, nem mesmo um tratamento específico, não teve vacina e até hoje não tem, mas pensem, a Partir do momento que o povo parou de usar máscaras, e se manterem em isolamento, a gripe acabou, estranho não acham? Se não houve vacina, e pelo que tudo indica, só vacina tem “comprovação científica” porque só depois de pararem com Lockdown e máscaras a gripe acabou?
Bom voltando a nossa realidade, nossa cidade está a agonizando e sangrando como uma ovelha num abatedouro

Você que está lendo esse texto, tem a oportunidade de mudar os rumos da cidade, estado e país, você tem a obrigação moral de fazer um exercício, o exercício de lembrar, lembrar todos os dias de quem faz mau ao povo, para que no momento em que baterem em sua porta no período eleitoral, você tenha a resposta na ponta dos dedos, enquanto isso devemos subir o tom, apontar o dedo e expor as canalhices dos políticos, tornar o mandato e não mandato dos que estão no poder, em algo custoso para eles, jamais devemos nos calar perante os desmandos de ditadores, sejam os de calça apertada ou mesmo um Pinocchio do interior.

A mudança ocorrerá quando o povo deixar as futilidades de lado, e se voltarem a educação clássica e busca pelo conhecimento, cultura, arte, literatura e ideais conservadores.

Fabrício Gomes.

1 comentário em ““Lockdown tô fora”

  1. Infelizmente estão atirando no escuro e a esmo!
    E o povo sem saber em quem acreditar segue MANSO e cabisbaixo.
    É isso que o governo quer.
    Triste realidade

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