Liderança do governo no Senado ainda está vazia

Período este ano é decisivo para duas posições estratégicas ao Planalto dentro do Congresso

A atual janela partidária, um mês para políticos trocarem de partido sem perder o mandato, é decisiva para duas posições estratégicas ao Palácio do Planalto dentro do Congresso Nacional: líder do governo no Senado e presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. 

Desde dezembro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) está sem líder entre os senadores. Os nomes se sucedem, mas o cenário deve permanecer suspenso até que termine o período, uma vez que a definição depende do partido ao qual estará ligado o parlamentar, que precisa pertencer à situação. No fim de 2021, Alexandre Silveira (PSD-MG) e Eduardo Gomes (MDB-TO) foram sondados pelo governo, mas rejeitaram.

O senador de Minas Gerais recusou porque seu partido, PSD, não faz parte do bloco de coalizão do presidente. Diferente do que ocorre na Câmara, os votos do PSD no Senado costumam ser contrários aos projetos de interesse do Planalto. No caso do parlamentar do Tocantins, ele rejeitou o convite, sobretudo, por considerar a possibilidade de ser pré-candidato ao governo do Estado.

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