Jornalista da Folha diz que é preciso parar de falar o nome de Jesus

A colunista da Folha de São Paulo Mariliz Pereira Jorge, em sua conta no Twitter, disse: “O Estado é laico. Parem de falar em Jesus”.

Pois é! Parece que a nobre jornalista não sabe muito bem o que significa a terminologia “Estado laico”. Então, visando ajudá-la a compreender a expressão (ajudar ela e outros tantos que vociferam que o Estado brasileiro é laico, e que, portanto, não pode falar em Deus), segue abaixo uma rápida diferenciação entre “Estado laico” e “laicismo”.

Estado laico, secular ou não confessional é aquele que não adota uma religião oficial de modo que não existe envolvimento entre os assuntos de Estado e de fé. Entretanto, o fato de o Estado não ter uma religião oficial não o caracteriza como Estado antirreligioso.

Por outro lado, o laicismo caracteriza o Estado que assume uma postura de intolerância religiosa, ou seja, a religião é vista por ele de forma negativa e pejorativa. Nessa perspectiva, enquanto o Estado laico defende a livre expressão religiosa, o Estado caracterizado pelo laicismo tenta, a todo custo, calar a boca dos religiosos, não permitindo que estes emitam opiniões.

O que muitos tentam imprimir no Brasil não é o Estado laico, com o qual concordo; é instalar um Estado antirreligioso.

Por fim, concluo lembrando que, como cristãos, não podemos deixar de falar daquilo que temos visto e ouvido. E também afirmo que nada/ninguém impedirá a Igreja de continuar proclamando que Jesus é o Filho de Deus e que só existe salvação nele!

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