Grazi Massafera e Juliana Paes são canceladas por defenderem neutralidade política

O início da pandemia trouxe uma avalanche de ataques ao presidente Jair Bolsonaro, em especial da classe artística e de influenciadores digitais. Porém nem todos aderem a esses ataques, alguns se posicionam favoravelmente ao governo sem se importar com os ataques de seus “amigos” e colegas de profissão.

No entanto, quem prefere se manter neutro diante da polarização cada vez mais evidente e mais liderada por militantes de esquerda. As atrizes globais Grazi Massafera e Juliana Paes são exemplos de neutralidade política e estão sendo “canceladas” pela turma da lacração. Tudo teve início quando a jornalista Mônica Salgado publicou um vídeo questionando se os artistas precisam realmente se posicionar nas redes sociais e criticou quem vive cobrando alguma ação:

O início da pandemia trouxe uma avalanche de ataques ao presidente Jair Bolsonaro, em especial da classe artística e de influenciadores digitais. Porém nem todos aderem a esses ataques, alguns se posicionam favoravelmente ao governo sem se importar com os ataques de seus “amigos” e colegas de profissão.

No entanto, quem prefere se manter neutro diante da polarização cada vez mais evidente e mais liderada por militantes de esquerda. As atrizes globais Grazi Massafera e Juliana Paes são exemplos de neutralidade política e estão sendo “canceladas” pela turma da lacração. Tudo teve início quando a jornalista Mônica Salgado publicou um vídeo questionando se os artistas precisam realmente se posicionar nas redes sociais e criticou quem vive cobrando alguma ação

Acaba de surgir uma nova modalidade de polarização (como se não bastassem todas as existentes): artistas e influencers que se posicionam x artistas e influencers que não se posicionam. E um fetiche generalizado do primeiro grupo em denunciar a neutralidade do segundo grupo. Uma frase de Dante Alighieri sentenciando que no inferno os lugares mais quentes estão reservados aos que escolhem a neutralidade em tempos de crise é a bandeira do grupo que se autoatribui superioridade moral”, cutucou Mônica.

Grazi concordou com a mensagem do vídeo e comentou com um simples e objetivo: “É isso”. Já Juliana foi mais ampla na resposta e também concordou com Mônica: “Parabéns pelo conteúdo tão delicado quanto necessário… Tantas palavras de ordem e poucas ações práticas! Empatia e democracia se fazem com atitudes altruístas e sem violência de nenhum tipo”.

Não demorou para que as duas terem seus nomes citados em incontáveis comentários e marcações, além, é claro, do Twitter. “Até o Lewis Hamilton que nem brasileiro é, se posicionou, pra vir Grazi Massafera e Juliana Paes dizer que a gente tem que respeitar artistas que não se posicionam. Não, meus amores. Não”, publicou uma inconformada internauta. Outra publicou “Grazi provou que é a própria caçamba de lixo desde quando começou a sair com o Castro e estavam aglomerando”.

Juliana Paes se manifestou a favor do respeito que “foi esquecido” durante o depoimento da médica Nise Yamaguchi, que além de ser uma profissional da saúde com ampla experiência, é mulher e idosa, mas isso não a impediu de ser duramente atacada por senadores da CPI da COVID. A atriz publicou nos stories do seu perfil no Instagram: “Show de horrores e boçalidades na #CPIdaCovid. Certa ou errada… não importa! Intimidação, coação… fala interrompida… mulher merece respeito em qualquer ambiente”. Logo após a publicação a atriz foi novamente alvo de duras críticas, simplesmente por pedir respeito à médica.

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